Gravatá encomenda projeto da Fiocruz e UFPE para analisar evolução da COVID-19 em bairros da cidade

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A iniciativa foi anunciada pelo prefeito Joaquim Neto, durante a última transmissão ao vivo nas redes sociais, na noite desta segunda (8)

Foto: Andréa Rêgo Barros / PCR

Igor da Nóbrega

O município de Gravatá, no Agreste do estado, vai participar de um projeto realizado entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A iniciativa visa acompanhar a evolução da COVID-19 nos bairros da cidade, através da análise da população.

A iniciativa foi anunciada pelo prefeito Joaquim Neto, durante a última transmissão ao vivo (LIVE) nas redes sociais, na noite desta segunda (8). “Queremos saber como o coronavírus está se comportando por aqui. Tenho certeza que muita gente já teve. O que vai ser mostrado pra gente, na realidade, é quem teve a doença e já está imunizado”, explicou o chefe do Executivo.

Sobre os riscos, Joaquim adverte que a doença pode ser traiçoeira com pessoas ‘saudáveis’. “Cada organismo reage de um jeito diferente. Tem pessoas que não apresentam nenhum problema de saúde, mas sofrem com a doença e, às vezes, acabam morrendo. Por outro lado, tem pessoas com problemas renais, cardíacos e de diabetes que tiveram o coronavírus, mas não apresentaram sintomas”, disse.

O projeto deve chegar ao município até a próxima sexta (12).

Sobre a testagem

Segundo a Fiocruz, os profissionais envolvidos no projeto foram orientados sobre os os procedimentos a serem adotados, que vão desde o cuidado no recebimento das amostras dos pacientes, até a extração do RNA do vírus e a realização da reação em cadeia da polimerase (PCR) para o diagnóstico molecular, que é o exame padrão ouro para a Covid-19.

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