Em desabafo, promotora de Justiça fala sobre pessoas que descumpriram proibição das fogueiras juninas

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A recomendação havia sido orientada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE)

Igor da Nóbrega

A promotora de Justiça de Gravatá, Fernanda Nóbrega, usou a rede social Facebook, na noite desta quarta (24), para desabafar sobre a desobediência de amigos e conhecidos no que diz respeito a um decreto municipal que proibiu as fogueiras juninas, no São João deste ano. A recomendação havia sido orientada por Ministérios Públicos de todo o país.

“Decepcionadíssima com várias pessoas do meu face. Começando a exclusão! Em tempos de pandemia a empatia e respeito as leis está em extinção. Pessoas que deveriam ser comprometidas com a saúde e o meio ambiente ostentando suas ‘fogueiras’ como um troféu da desobediência”, comentou a promotora.

Fernanda lembra ainda que o compartilhamento de imagens e vídeos pode ser usado como provas contra o infrator. “Além da escancarada infração à legislação, ainda há o desrespeito de postar o ilícito, produzindo prova contra si mesmo”, explicou.

Gravatá proíbe fogueiras juninas

Seguindo a recomendação do Ministério Público, a Prefeitura de Gravatá proibiu a tradição das fogueiras juninas. A medida, divulgada no dia 8 de junho, teve como principal objetivo não agravar os problemas respiratórios vivenciados por pacientes portadores do novo coronavírus, que acabariam inalando fumaça.

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