1º DIA: Comércio de Gravatá reabre as portas com protocolos de segurança

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O uso das máscaras de proteção é obrigatório para clientes e funcionários dos estabelecimentos

As lojas devem disponibilizar álcool em gel para os clientes ainda na entrada. (Foto: Fernando da Hora / SECOM Gravatá)

Mais Agreste, com SECOM

Parte do comércio do município de Gravatá, no Agreste do estado, reabriu as portas, nesta terça (14), após quatro meses de paralisação por conta da pandemia do novo coronavírus. A partir de agora, os comerciantes precisaram manter as normas de segurança estabelecidas pela prefeitura.

“Fizemos, ontem, uma reunião com nossa equipe, para passarmos as normas estabelecidas no decreto, prezando pela segurança, tanto dos nossos clientes, quanto dos nossos colaboradores. Além de instalar pontos de álcool em gel, restringimos o uso das cadeiras, a prova dos produtos e estamos higienizando o estabelecimento, a cada duas horas. Também montamos uma escala com rodízio da nossa equipe”, explicou o gerente da Sobral Calçados, Antônio de Pádua.

Para poder funcionar, clientes e funcionários são obrigados a usar máscaras de proteção. Os estabelecimentos também devem disponibilizar álcool em gel na entrada das lojas. O excedente de clientes deve aguardar fora do lado de fora, sem formar aglomerações e respeitando o distanciamento mínimo entre os clientes.

Ainda nas primeiras horas do horário comercial, a dona de casa Maria Josilene já estava no Centro da Cidade, onde deixou um recado para a população. “Não podemos ver essa reabertura como a volta da normalidade. É preciso que haja consciência, para que as pessoas não fiquem ‘batendo perna’ sem necessidade. Vim, com muita cautela, para resolver algumas questões que eu estava precisando, mas nós temos que fazer nossa parte”, afirmou.

Atentas à movimentação e aos protocolos de saúde e segurança, equipes compostas por integrantes da Vigilância Sanitária, Guarda Municipal e Polícia Militar estão realizando fiscalizações nos estabelecimentos e orientando comerciantes e consumidores. “Os clientes não podem provar os itens. Devem respeitar o distanciamento e precisam usar máscaras, tanto dentro das lojas, quanto nas ruas. Neste primeiro momento, nós estamos orientando para que haja uma adequação, porém, se houver reincidência, pode haver multa, suspensão e até cassação do alvará”, explicou o diretor da Vigilância Sanitária Municipal, Carlos Romero.

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