Em nova polêmica, prefeito recomenda aplicação de ozônio no ânus para combater a Covid-19

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O método não é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)

Foto: Reprodução / Vídeo

Correio Notícias

O prefeito da cidade de Itajaí, em Santa Catarina, continua causando polêmica no que diz respeito aos métodos que devem ser adotados durante a pandemia da Covid-19. Desta vez, Volnei Morastoni (MDB) recomendou a aplicação de ozônio no ânus dos pacientes, método não adotado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Além da citromicina, além da cânfora, nós também vamos oferecer o ozônio. É uma aplicação simples, rápida, de dois ou três minutinhos por dia, provavelmente via retal, tranquilíssima, rapidíssima, em um cateter fininho, e isso dá um resultado excelente”, afirmou o chefe do Executivo do município, através de vídeo publicado nas redes sociais.

Anteriormente, Volnei Morastoni já havia defendido o uso da cloroquina e da ivermectina – sendo este medicamento antiparasitário – para o combate do novo coronavírus. A Prefeitura de Itajaí sugeriu também o emprego da homeopatia como tratamento da doença, mas nenhuma das alternativas é recomenda pela OMS ou por especialistas da saúde.

Diante das polêmicas, o Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE-SC) solicitou à prefeitura, no fim de julho, esclarecimentos sobre a distribuição em massa de ivermectina à população da cidade.

Confira, abaixo, o momento em que o prefeito de Itajaí sugere o uso do ozônio no ânus dos pacientes:

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