GRAVATÁ: Através da música, artista leva alegria e cultura a escolas, entidades sociais e espaços públicos

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José Barbosa da Silva, de 56 anos, desenvolve atividades na cidade há quase 30 anos

José Barbosa com alunos da rede municipal de ensino, durante a Missa dos Sanfoneiros. (Foto: Divulgação)

Igor da Nóbrega

O sanfoneiro e tecladista José Barbosa da Silva desenvolve há vários anos, apresentações e atividades culturais em Gravatá, no Agreste do estado. Com a música, o músico gravataense, de 56 anos, é conhecido por levar alegria e cultura a escolas, entidades sociais e espaços públicos do município.

Dentre os projetos desenvolvidos, estão atividades educacionais com alunos da rede pública de ensino, através de projetos como o Mais Educação e oficinas dos CRAS. “Tive a oportunidade de dar aulas de música a crianças e adolescentes das escolas Maria Menino, Jesus Pequenino, Escola da Serra, Escola Maria Alice e outros educandários, além de ter ensinado algum instrumento”, explicou o artista.

No âmbito religioso, Barbosa participou de atividades religiosas, a exemplo da Missa dos Sanfoneiros, que contou com a participação de grupos de forró e uma Banda de Pífano da cidade. “Conseguimos trazer estes artistas, para louvar e agradecer a Deus, pelos dons recebidos”, pontuou. Na ocasião ainda, alunos da rede municipal de ensino também participaram do momento de fé.

Junto com o grupo Boêmios da Saudade, formado por artistas da terceira idade, José Barbosa fazendo uma apresentação natalina voluntária no Abrigo dos Velhinhos de Gravatá. (Foto: Divulgação)

O público da terceira idade também foi contemplado com ações do músico gravataense. No Dia dos Pais, das Mães e no Natal, o grupo Boêmios da Saudade levam alegria e diverso ao Abrigo dos Velhinhos de Gravatá. As apresentações são gratuitas.

Na Igreja da Matriz de Sant´Ana, Barbosa já participou de muitas missas, tendo assumido o órgão e feito parte o da equipe musical. “Também toquei muitas missas pela zona rural, colaborei em muitos eventos religiosos, participei de diversos seminários e encontros diocesanos, fui do CJC, membro da Pastoral do Menor, fiz várias músicas sacras, hinos como o da Padroeira de Gravatá e de outras igrejas e capelas da cidade. Foram uns 28 anos de doação, no canto e na música, animando missas e eventos. O pagamento foram as amizades conquistadas e a honra de servir”, concluiu o sanfoneiro.

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