Com pedido negado pelo STF, Bolsonaro terá que depor presencialmente na Polícia Federal

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A decisão foi assinada pelo ministro Celso de Mello nesta sexta (11)

Foto: Carlos Moura / SCO / STF

Elizabeth Barbosa*

A solicitação do presidente Jair Bolsonaro para depor por escrito foi negada pelo ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado afirma que Bolsonaro “é investigado, e não figura como testemunha”, por isso, não tem a prerrogativa de realizar o depoimento por escrito.

A decisão já havia sido tomada desde o dia 18 de agosto, porém Celso de Mello ficou afastado para tratamento médico e só assinou nesta sexta (11).

O presidente está sendo investigado pela tentativa de interferir na corporação da Polícia Federal, depois de um inquérito aberto após as declarações do ex-ministro da justiça Sérgio Moro.

Mello afirmou também que Moro poderá participar da audiência, fazendo perguntas ao presidente por meio dos advogados.

A data do depoimento ainda será definida pela Polícia Federal. Celso explicou ainda que, caso o presidente não deseje falar, poderá permanecer em silêncio, assim como qualquer cidadão.

*Estagiária supervisionada por Igor da Nóbrega

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