Em protesto, concurseiros invadem Live da Prefeitura de Gravatá e usam hastag #liberaconcurso

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A audiência pública está debatendo a Prestação de Contas do 3º Quadrimestre de 2020

Foto: Live / Instagram / Reprodução

Igor da Nóbrega

A Live da Prefeitura de Gravatá, no Agreste de Pernambuco, foi marcada pelo protesto dos participantes da prova do concurso público, suspenso desde o dia 14 de janeiro. Os comentários foram tomados pela hastag #liberaconcurso.

Simultaneamente realizada no Instagram e no Facebook, a transmissão ao vivo contou ainda com inúmeros comentários em relação ao processo seletivo. “Sobre o concurso, estamos esperando uma posição, merecemos respeito”, revelou uma internauta. “E o Concurso Ativa quando”, destacou outro participante. “Precisa ter concurso. Muita gente precisando trabalhar e muitas secretarias com falta de pessoa”, destacou outro.

Durante a Live, um internauta atentou para outro tema que, recentemente, chamou à atenção do município. “Coloquem no portal da transparência das nomeações dos 180 cargos comissionados, da mesma forma que foi decretado estado de calamidade no município, #liberaconcurso”, pontuou.

A audiência pública, que acontece na Câmara Municipal de Gravatá, está vem debatendo a Prestação de Contas do 3º Quadrimestre de 2020.

Foto: Live / Facebook / Reprodução

Concurseiros e advogados entram com recurso contra ação popular

Na semana passada, um time com mais de 100 candidatos entrou com um recurso, junto ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), contra uma ação popular que suspendeu, no dia 14 de janeiro, o concurso público no município de Gravatá, Agreste pernambucano. A iniciativa conta uma comissão organizadora e de uma equipe de advogados especializada na área.

De acordo com o advogado Flávio Brito, responsável pela apelação, a 1ª vara cível da cidade acatou a decisão do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), que suspendeu o concurso sob a alegação que ele não iria repor cargos vagos. “Na primeira oportunidade, o desembargador Honório Gomes do Rego Filho já tinha analisado a situação e proferido que o certame poderia seguir normalmente, já que ele havia sido feito para a reposição de vacâncias”, disse.

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