GRAVATÁ: 100 dias. Sem rumo!

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“Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há uma certa cumplicidade vergonhosa”. (Victor Hugo)

Prefeito Joselito Gomes e vice-prefeito Júnior Darita em frente ao Centro de Informações Turísticas de Gravatá. (Foto: SECOM)

Joeides Pereira

Embora alguns achem prematuro fazer uma avaliação de 100 dias de um governo, aceitamos o ritual da política e não poderíamos deixar de fazer essa avaliação e acho, perfeitamente possível, pelo menos apontar tendências.

É público que o Prefeito Joselito prometeu o céu para se eleger, prometeu uma administração pautada pela celeridade e pela honestidade. Mas passados precisamente 120 dias de sua administração, sem colocar aqui o 01 (um) mês da transição, não conseguimos identificar tais adjetivações, pois, é um governo lento, sem muita novidade e, o pior, não tem nenhuma transparência, logo a honestidade é um descaminho.

Ficou claro que o Prefeito está SEM liderança. Tudo aquilo que foi dito durante a campanha, de que o mesmo será pautado por pessoas profissionais em manipular e se apropriar do comando da administração, confirmou-se. Na saúde, em plana pandemia, desmontaram toda a estrutura do combate a COVID-19. Muitos médicos pediram para sair, SEM a importante barreira sanitária, chegou-se a ponto do próprio secretário de saúde atuar com médico de plantão. A população já começou a sentir os efeitos da precariedade na saúde.

A relação com a Câmara não tem parâmetro na história politica da cidade. Até a presente data, não foi encaminhado nenhum Projeto de Lei, isto é a prova de que a Administração de Joaquim Neto deixou a casa arrumada. SEM a presidência, por incompetência política, vai precisar ter um bom operador político, o que estão de plantão estão todos bichados.

No campo da comunicação, o Vigário parecer que assumiu de vez a mentira como prática cotidiana. Primeiro, mentiu quando tentou induzir a população de que a Gestão passada tinha levado os computadores, em seguida, contratou a mesma empresa proprietária dos computadores. Segundo, deu fim aos móveis do Gabinete, adquiridos por pequenos fabricantes de Gravatá e, novamente, fez a população acreditar que a gestão de Joaquim Neto deu fim aos móveis.

Ainda no campo das mentiras, que são muitas, fez o lançamento do IPTU em cima de uma publicidade mentirosa. Logo o IPTU, um imposto muito sensível.

O mais grave foi sua base, que aceitou as mentiras ficaram SEM a sopa, SEM o peixe na Semana Santa, SEM a Cesta Básica, SEM os médicos e já há reclamações que estamos SEM remédios.

Outra questão SEM vergonha, ainda no campo da Mentira, está tentando desqualificar o sorteio das casas, que foi feito diante do representante da própria Caixa Econômica Federal, do Ministério Público, passando a usar um farsante, que se apresenta com funcionário da Caixa, para intimidar os beneficiários, essa luta vai longe. Sabemos que é para beneficiar o deputado no próximo ano. Assim como acontece com a crise da falta d’água – Toda vez que a população se revolta, ele aparece com o caminhão de tubulação dizendo que vai fazer a adutora, depois a tubulação desaparece, agora só vai aparecer em 2022.

Também, não poderia deixar de lembrar as vergonhosas nomeações de Fichas Sujas, que já se sabe e já temos provas de que eles vêm operando para tira o atraso. Em outros tempos, os órgãos de controle eram mais proativos.

Ação efetiva está claro que não temos, mas temos uns CEM Prefeitos.

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